O mercado global foi surpreendido na terça-feira (5), após Jerome Powell, presidente do banco central americano - FED, cortar a taxa básica de juros dos Estados Unidos em 0,5 ponto percentual, para a faixa de 1% a 1,25% ao ano, tornando-se assim, o maior incentivo monetário desde a crise financeira de 2008.
Jerome Powell - presidente do banco central americano
A medida, segundo Powell, é uma resposta aos riscos econômicos que a epidemia de coronavírus representa para a nação americana. "Coronavírus vai pesar na atividade econômica dos EUA. Já estamos sentido o efeito desta doença nos setores de viagem e turismo", afirmou em coletiva a imprensa.
A mudança neste cenário, se faz jus aos mais de 100 casos e seis mortes pela doença que surgiu na China. Além disso, após quedas das bolsas globais, Jerome Powell destaca que o corte de juros é uma medida de incentivo monetário à economia.
Junto com o corte, Powell disse que podem ser concedidos estímulos fiscais. Presidente Donald Trump também se mobiliza para incentivar a economia e afirmou que trabalha com o Congresso para viabilizar um fundo emergencial de US$ 8,5 bilhões (R$ 38,1 bilhões) para acelerar a resposta do país ao coronavírus.
Texto: Redação/CRS com informações The Wall Street Journal
Foto: Alex Wong/Reprodução

