Já a algum tempo as emissoras de televisão no Brasil não apresentam qualidades em suas grades, além disso, por falta de imparcialidade, caiu em descrédito da população.

Ministro deixa emissoras de TV de "saia justa" | Foto: TV Brasil/Reprodução
Todas as emissoras estão na linha de descrédito do povo brasileiro, sendo a mais citada, a TV Globo, da família Marinho. Também entrou para a lista de descrédito, a recém lançada CNN no Brasil. E para piorar a imagem da emissora que pertence a Novus Mídia, fundada pelo Rubens Menin, co-fundador da MRV Engenharia e pelo ex-diretor de jornalismo da TV Record, Douglas Tavolaro, teve que engolir a seco, a demissão de Gabriela Prioli, mestre em Direito Penal pela USP e comentarista. O motivo, ela mesmo explicou no Twitter, era interrompida em diversas ocasiões por outros dois jornalistas em programa de bancada.

A cartada final de que as emissoras abertas e pagas no Brasil não apresentam conteúdo significativo a população, até o ministro de Saúde do país, Luiz Henrique Mandetta, pediu para que os brasileiros desligassem a televisão. "Desliguem um pouco a televisão, as vezes ela tóxica demais. A quantidade de informação e os meios de comunicação são sórdidos, porque eles só vendem se a matéria for ruim. Desligue isso um pouco. Reúna a sua família e conversa", pontua.

Não demorou muito e a TV Globo logo preparou um script, e usou uma de suas jornalistas, a Ana Paula Araújo, para rebater o ministro, afirmando que Mandetta, buscou outra forma de agradar o presidente da nação, Jair Messias Bolsonaro (sem partido), para atacar o trabalho da imprensa. No vitimismo, a jornalista afirmou que o vírus (COVID-19) é letal e os jornalistas da emissora desempenham um papel fundamental de informar sobre a doença.

Diante deste fato, as redes sociais seguem provando que além da TV Globo e das demais emissoras sediadas no país, não representam credibilidade alguma.

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