O gaúcho, de Porto Alegre, Osmar Gasparini Terra (MDB), disse adeus ao cargo de ministro da Cidadania, após ser exonerado na quinta-feira (13), cargo que ocupou por 409 dias, durante as mudanças ministeriais propostas pelo presidente Jair Messias Bolsonaro.


O motivo real da sua exoneração, está guardado sob sete chaves, porém, o ex-ministro afirmou à imprensa que perdeu o cargo porque o presidente Jair Bolsonaro, tinha questões específicas a serem resolvidas. "O governo tem o direito de fazer as reformulações quando achar necessário", pontua Terra, que agora retorna para a Câmara dos Deputados, onde exerce o sexto mandado como deputado federal.

O outro gaúcho, também de Porto Alegre, Onyx Dornelles Lorenzoni (DEM), assume a pasta ocupada por Osmar Terra, cargo que assumiu na sexta-feira (14). Lorenzoni estava a frente da Casa Civil desde o começo da gestão de Bolsonaro. Com as mudanças ministeriais, o mineiro de Belo Horizonte, general Walter Souza Braga Netto, às vésperas de completar 45 anos de idade, passa a comandar a Casa Civil como Ministro Chefe.

Fim da linha também para Paulo Roberto de Mendonça e Paula, aliado de Osmar Terra, exonerado pela Damares Regina Alves, ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, na sexta-feira, um dia após Terra perder o cargo na Cidadania. O motivo da exoneração de Paula, que ostentava o cargo de subsecretário de Planejamento, Orçamento e Administração, foi o responsável por assinar um contrato de R$ 7 milhões com uma empresa de tecnologia suspeita de ser usada como laranja para desviar dinheiro dos cofres públicos, segundo informou o jornal O Estado de S.Paulo.

Texto: Vinni Maciel/CRS com informações de agências de notícias.
Foto: Sérgio Lima/Reprodução